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	<title>Sustentabile</title>
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		<title>Rio+20: Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável será realizado na PUC-Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 04:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saem negociadores, diplomatas representando blocos de países e chefes de estado, entram em campo cientistas e formuladores de políticas públicas. No Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, que será realizado na PUC-Rio entre os dias 11 e 15 de junho, a pergunta a ser respondida é: como a ciência deve atuar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saem negociadores, diplomatas representando blocos de países e chefes de estado, entram em campo cientistas e formuladores de políticas públicas. No Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, que será realizado na PUC-Rio entre os dias 11 e 15 de junho, a pergunta a ser respondida é: como a ciência deve atuar na transição para o desenvolvimento sustentável, a economia verde e a erradicação da pobreza, que estão entre os principais temas da Rio+20?</p>
<p>- O fórum será uma importante oportunidade para gerar um diálogo entre a comunidade científica e a sociedade civil &#8211; disse Alice Abreu, coordenadora regional da Iniciativa RIO+20 da ICSU, à Agência Fapesp. &#8211; Esperamos representantes governamentais, em nível internacional, para discutir temas que são absolutamente centrais para a RIO+20.</p>
<p>Haverá 11 temas: “Bem-estar humano e tendências populacionais”, “Consumo sustentável e produção”, “Mudanças climáticas e ambientais”, “Segurança alimentar”, “Segurança hídrica”, “Bem-estar urbano”, “Serviços ecológicos e biodiversidade”, “Saber indígena”, “Desastres”, “Energia” e “Economia verde”. Serão realizados, ainda, outros 20 eventos paralelos.</p>
<p>Os debates vão repercutir, ainda, a “declaração sobre o estado do planeta”, que contou com a participação de três mil cientistas durante o Planet Under Pressure, em Londres (Inglaterra), na última semana de março, consolidando a posição da comunidade científica em relação aos debates da RIO+20.</p>
<p>- A ciência também precisa fazer sua parte: aproximar-se da sociedade, privilegiar a interdisciplinaridade e engajar-se em buscar soluções para os problemas sociais, sem deixar de priorizar a ciência básica &#8211; afirmou Abreu.</p>
<p>O Fórum é organizado pelo Conselho Internacional para a Ciência (ICSU, na sigla em inglês) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Federação Mundial das Organizações de Engenharia (WFEO), o Conselho Internacional de Ciências Sociais (ISSC), além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC).</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
<p>Disponível em: <a href="http://oglobo.globo.com/rio20/a-rio20-as-mudancas-climaticas-a-economia-verde-dos-cientistas-4860023">http://oglobo.globo.com/rio20/a-rio20-as-mudancas-climaticas-a-economia-verde-dos-cientistas-4860023</a></p>
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		<title>Ministro afirma que ‘o mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites’</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: O Globo Disponível em: http://oglobo.globo.com/rio20/o-mundo-se-acabaria-rapidamente-se-fosse-universalizado-padrao-de-consumo-das-elites-diz-ministro BRASÍLIA — O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou nesta quinta-feira que o mundo se acabaria, caso todos passassem a consumir bens e produtos da mesma forma que os ricos o fazem. No seminário “Diálogos Sociais: Rumo à Rio + 20”, o ministro defendeu que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: O Globo</p>
<p>Disponível em: <a href="http://http://oglobo.globo.com/rio20/o-mundo-se-acabaria-rapidamente-se-fosse-universalizado-padrao-de-consumo-das-elites-diz-ministro">http://oglobo.globo.com/rio20/o-mundo-se-acabaria-rapidamente-se-fosse-universalizado-padrao-de-consumo-das-elites-diz-ministro</a></p>
<p>BRASÍLIA — O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou nesta quinta-feira que o mundo se acabaria, caso todos passassem a consumir bens e produtos da mesma forma que os ricos o fazem. No seminário “Diálogos Sociais: Rumo à Rio + 20”, o ministro defendeu que se busque “o caminho do meio” na relação de consumo. Representando o governo, Gilberto disse que o Brasil está fazendo todos os esforços para que o evento seja um sucesso, do ponto de vista logístico e de conteúdo.</p>
<p>— Os muito ricos, tanto na sociedade brasileira, como no mundo todo, não praticam desenvolvimento sustentável, uma vez que o excesso de consumismo é inviável. O mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites e cá entre nós, o nosso, muitas vezes – afirmou.</p>
<p>No debate, os palestrantes advogaram que é preciso estimular ações não degradantes e taxar as que causam a destruição do meio ambiente. Entre eles, o senador Cristovam Buarque se disse pessimista quanto aos resultados da Rio + 20, já que segundo ele os chefes de estado virão representando os interesses de seus países, e não os do planeta.</p>
<p>— Sou muito pessimista quanto aos resultados da Rio + 20. Cada chefe de estado quer dar uma solução ao seu problema e não ao do planeta. Seria suicídio o Obama vir aqui três meses antes das eleições dizer que o desenvolvimento causa degradação. Deve ser esta a razão de ele não vir —disse.</p>
<p>Na sessão de debates, participantes questionaram as opções do governo de investir em empreendimentos danosos ambientalmente, como o pré-sal.</p>
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		<title>Ricos precisam reduzir consumo para evitar crise</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 18:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: O Globo, 26/04/2012. Disponível em: http://oglobo.globo.com/ciencia/ricos-precisam-reduzir-consumo-para-evitar-crise-4739662#ixzz1tBsEiUdL RIO &#8211; A saúde econômica, social e ambiental do planeta depende de uma diminuição urgente do nível de consumo dos mais ricos. A conclusão é de um levantamento divulgado nesta quinta-feira e realizado nos últimos dois anos pela Royal Society, principal academia científica britânica. A pesquisa concentra-se em um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: O Globo, 26/04/2012.</p>
<p>Disponível em: <a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/ricos-precisam-reduzir-consumo-para-evitar-crise-4739662#ixzz1tBsEiUdL">http://oglobo.globo.com/ciencia/ricos-precisam-reduzir-consumo-para-evitar-crise-4739662#ixzz1tBsEiUdL</a></p>
<p>RIO &#8211; A saúde econômica, social e ambiental do planeta depende de uma diminuição urgente do nível de consumo dos mais ricos. A conclusão é de um levantamento divulgado nesta quinta-feira e realizado nos últimos dois anos pela Royal Society, principal academia científica britânica. A pesquisa concentra-se em um apanhado demográfico do planeta e no modo como seus recursos naturais são usados. Segundo os dados coletados pela organização, uma criança de uma nação rica, por exemplo, consome até 50 vezes mais água do que a de um país pobre.</p>
<p>Este não é o único bem aparentemente infinito que merece atenção. Energia, minerais e alimentos também têm uso demasiadamente concentrado nas nações desenvolvidas, contribuindo para que um número crescente de pessoas seja mantido abaixo da linha de pobreza. De todo o estoque de água do mundo, apenas 2,5% são potáveis. Desse contingente, 69% estão congelados nas regiões polares e 30%, misturados no solo ou presos em aquíferos, ainda inacessíveis para o homem. O resto — 140 mil quilômetros cúbicos — está distribuído em lagos, rios e reservatórios, entre outros locais. E é mal dividido: estima-se que, em 2025, 1,8 bilhão de pessoas viverão em áreas com severa escassez de água. A área sob estresse hídrico pode, nas décadas seguintes, abranger praticamente toda a China e os Estados Unidos, além de boa parte da Europa, entre outras regiões.</p>
<p>Parte da carência de água deve-se às mudanças climáticas, fenômeno regido por um grupo com cerca de 20 países, entre desenvolvidos e emergentes. A emissão de gases-estufa de cada um deles supera, em mais de 50 vezes, o de uma nação pobre. E é na exploração de carbono que reside a matriz energética de boa parte da comunidade internacional.</p>
<p>- Sempre se discute como a questão demográfica é crucial para o destino do planeta e de seus recursos, mas a Royal Society viu que tão importante quanto isso é o sobreconsumo &#8211; destaca Suzana Cavenaghi, única brasileira a participar do grupo de estudos e ex-presidente da Associação Latino-Americana de População. &#8211; Falta a consciência de que o planeta é finito, e que os países desenvolvidos têm sua parcela de responsabilidade e devem assumi-la consumindo menos.</p>
<p>O crescimento populacional é um problema inevitável nas próximas décadas. Apesar do declínio da fertilidade, o planeta ainda ganha 80 milhões de pessoas por ano, especialmente nas cidades e nos países em desenvolvimento. Sustentar esta multidão significou, por exemplo, quadruplicar a produção de cobre e chumbo entre 1960 e 2007. A exploração de tântalo e nióbio, minerais ligados a dispositivos tecnológicos, aumentou em 77 vezes. Para não desafiar os limites da Terra, é preciso controlar esta multiplicação.</p>
<p>- Conter o sobreconsumo só pode ser incentivado por políticas de educação &#8211; explica Suzana. &#8211; A população de países mais abastados, e mesmo da elite de outras nações, está antenada em seu gasto excessivo de água, papel e outros recursos. Mas ainda faltam iniciativas concretas, especialmente as conduzidas pelo Estado.</p>
<p>A recessão que acomete Europa e EUA, aliada à ascensão dos BRICs, têm provocado grandes mudanças na economia mundial. Mas fica o alerta: se estes países — que aliam o crescimento demográfico desordenado dos pobres ao sobreconsumo dos ricos — apostarem no mesmo padrão de desenvolvimento visto nos últimos séculos, a Terra não será suficiente para atender a demanda por águas, alimentos e outros recursos.</p>
<p><strong>‘Quantos governantes querem ser responsabilizados por vandalizar o planeta?’</strong></p>
<p>Prêmio Nobel de Medicina em 2002, o diretor do Instituto da Ciência, Ética e Inovação da Universidade de Manchester, John Sulston, é o chefe do grupo de estudos que elaborou o novo relatório da Royal Society. Sulston trocou o sequenciamento do genoma de animais, que lhe deu reconhecimento internacional, pela defesa do meio ambiente e de novos acordos internacionais nesta área. O pesquisador deu uma entrevista exclusiva ao GLOBO sobre seu novo trabalho.</p>
<p><em>O GLOBO:</em> O PIB parece uma forma ultrapassada para medir o desenvolvimento global, mas, apesar disso, é modo mais objetivo de fazê-lo. Que outro sistema de avaliação poderia substituí-lo, e como ele poderia ser aplicado?</p>
<p>JOHN SULSTON: O PIB não só é uma medida falha como também é incompleta. Ele não reflete, por exemplo, a saúde, a satisfação com a vida ou a liberdade de escolha. Não leva em conta as perdas de capital natural e social e não mostra se o progresso é sustentável. As despesas em desastres e sucessos são tratadas como igualmente positivas e unidas na mesma conta. Essas deficiências podem ser corrigidas na definição de preços mais adequados. Acordos prévios seriam feitos para definir estes valores. Governos devem promover reformas dos sistemas de finanças nacionais, incluindo melhorias na contabilidade do capital natural.</p>
<p><em>O GLOBO:</em> Vinte anos após a Rio 92, as mudanças climáticas ainda são consideradas um assunto importante para apenas um pequeno segmento da sociedade? Os tomadores de decisão dão o valor adequado a este assunto?</p>
<p>SULSTON: Muitos tomadores de decisão estão pensando em mudanças climáticas, mas são conseguem firmar acordos em negociações internacionais. Politicamente eles se veem, com frequência, presos em considerações de curto prazo do que seriam os “interesses de meu país”, e negligenciam as consequências dessa visão a longo prazo. Não há uma solução mágica à vista, mas existe uma necessidade real de explicar para os eleitores que correr apenas atrás de rápidos benefícios, aqueles medidos pelo PIB, acabam por provocar danos ao meio ambiente e, assim, diminuirá o bem estar de nossos descendentes.</p>
<p><em>O GLOBO:</em> Como o consumo em excesso pode ser contido em um mundo onde este valor é crescentemente encorajado — especialmente considerando a China e a Índia, os países mais populosos, onde há cada vez mais pessoas incluídas na sociedade de mercado?</p>
<p>SULSTON: Nós precisamos lembrar que reduzir o consumo não significa diminuir a qualidade de vida. A tecnologia é particularmente importante, por trazer ganhos de eficiência, reduzir a poluição, acabar com o desperdício e incentivar a reciclagem e a reutilização. Em termos de saúde, há também benefícios reais trazidos pela redução do consumo, como a diminuição dos níveis de obesidade e a melhoria da qualidade do ar.</p>
<p><em>O GLOBO:</em> Como a conservação ambiental e a biodiversidade podem ser anunciadas como algo interessante para os governantes?</p>
<p>SULSTON: Mesmo se alguém não considerar a biodiversidade um valor intrínseco — o que, aliás, deveria ser feito —, há razões financeiras muito boas para justificar a preservação do meio ambiente e salvaguardar os serviços desse setor. Os sistemas ambientais e de biodiversidade realizam uma série de papéis fundamentais, como a polinização ou a preservação da erosão do solo e da inundação, efeitos que impediriam o desenvolvimento da Humanidade. Estes sistemas também têm funções sobre as quais não estamos conscientes; podem, também, prover soluções para desafios futuros, como remédios para doenças emergentes. A administração do planeta é nossa responsabilidade. Quantos governantes querem ser responsabilizados por vandalizá-lo?</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sustentabile abre inscrições para novas turmas</title>
		<link>http://sustentabile.com.br/sustentabile-1ociclo2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 21:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantendo sua tradição de oferecer cursos de capacitação de curta duração e com elevado padrão de qualidade, a Sustentabile anuncia a abertura de novas turmas que integrarão seu Primeiro Ciclo de Formação de 2012. Os cursos da Sustentabile são treinamentos orientados à aplicação integral dos conteúdos apresentados, visando ao pleno atendimento das demandas dos participantes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mantendo sua tradição de oferecer cursos de capacitação de curta duração e com elevado padrão de qualidade, a Sustentabile anuncia a abertura de novas turmas que integrarão seu Primeiro Ciclo de Formação de 2012.</p>
<p>Os cursos da Sustentabile são treinamentos orientados à aplicação integral dos conteúdos apresentados, visando ao pleno atendimento das demandas dos participantes.</p>
<p>As datas e horários dos cursos integrantes do Primeiro Ciclo de Formação de 2012 são as seguintes:</p>
<ul>
<li>Liderança e Motivação de Equipes – 19 e 26 de Maio (sábados) – de 9h às 18h10min</li>
<li>Estratégias de Negociação – 14 e 21 de Julho (sábados) – de 9h às 18h10min</li>
<li>Gestão por Processos – 28 de Julho e 07 de Agosto (sábados) – de 9h às 18h10min</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil ocupa 4º lugar no ranking de construções sustentáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 15:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País investe cada vez mais em obras que têm o mínimo possível de impacto ambiental Brasil já é o quarto país no ranking das &#8220;construções verdes&#8221; &#8211; obras que buscam certificações que comprovam que elas são mais sustentáveis que as convencionais. Segundo o Green Building Council (GBC), órgão internacional que analisa este tipo de prédio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>País investe cada vez mais em obras que têm o mínimo possível de impacto ambiental</p>
<p></strong>Brasil já é o quarto país no ranking das &#8220;construções verdes&#8221; &#8211; obras que buscam certificações que comprovam que elas são mais sustentáveis que as convencionais. Segundo o Green Building Council (GBC), órgão internacional que analisa este tipo de prédio, o Brasil atualmente só está atrás de EUA, Emirados Árabes Unidos e China em número de construções do gênero. Ao obter os selos, elas ficam mais valorizadas, além de propiciarem menos impacto ambiental. <strong></p>
<p></strong>Ao todo, o País já conta com 43 prédios certificados e 477 em processo de certificação através de selos como o LEED, criado pelo GBC, e o nacional Aqua, inspirado por uma qualificação francesa e outorgado, aqui, pela Fundação Vanzolini (SP). Quando alguma construção ganha o selo comprovou que, por exemplo, economiza um determinado percentual a mais de luz ou água do que uma obra comum; e que se preocupa com a gestão dos resíduos gerados na obra, entre outras especificações. <strong></p>
<p></strong>Em nível nacional, o Rio é um dos estados que mais se mobilizam pelos certificados: 40% das edificações comerciais novas lançadas nos últimos dois anos são prédios verdes certificados. Além disso, a Prefeitura do Rio planeja obter selos verdes para as novas construções que visam atender às Olimpíadas de 2016.</p>
<p>E são exatamente os grandes eventos que serão sediados no Brasil nos próximos anos que deverão alavancar ainda mais a posição do País no ranking mundial dos prédios verdes, segundo especialistas. Apesar da boa colocação, o Brasil ainda tem muito a crescer: apenas 1% da oferta atual do mercado imobiliário é composta de construções com selo de sustentabilidade. Nos EUA e Europa o número gira entre 10% e 15%. <strong></p>
<p></strong>É importante lembrar que, apesar da euforia, os &#8220;prédios verdes&#8221; brasileiros e a maioria dos erguidos no planeta não são &#8220;carbono zero&#8221;, ou seja, seu processo de construção e funcionamento ainda têm impacto no Meio Ambiente. Uma das raras exceções é o prédio Elithis Tower, inaugurado em 2009 em Dijon, na França, que gera energia. <strong></p>
<p>Certificações existem também em outros ramos</p>
<p></strong>Além do setor de construção, outras atividades também possuem selos que atestam seu comprometimento com processos mais sustentáveis.</p>
<p>Entre os mais importantes estão o Selo de Qualidade Ambiental, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que analisa todas as etapas do processo produtivo de companhias de diversos setores.</p>
<p>Há ainda o certificado IBD, para alimentos, cosméticos e algodão orgânicos; o Procel, para eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos com eficiência energética comprovada; entre outros.</p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<p><a href="http://www.aecweb.com.br/aec-news/materia/5386/brasil-ocupa-4-lugar-no-ranking-de-construcoes-sustentaveis.html">http://www.aecweb.com.br/aec-news/materia/5386/brasil-ocupa-4-lugar-no-ranking-de-construcoes-sustentaveis.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Consumo Consciente: pequenas atitudes, grandes impactos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 04:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NO SUPERMERCADO: Se der, opte por produtos em embalagem pequenas ou sem embalagem. Em alguns supermercados — como em lojas do Pão de Açúcar —, já é possível fazer o descarte das embalagens que não serão usadas, como caixas de pasta de dente. Sacolas retornáveis e caixas de papelão são opções para levar as compras. ÓLEO: Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NO SUPERMERCADO</strong>: Se der, opte por produtos em embalagem pequenas ou sem embalagem. Em alguns supermercados — como em lojas do Pão de Açúcar —, já é possível fazer o descarte das embalagens que não serão usadas, como caixas de pasta de dente. Sacolas retornáveis e caixas de papelão são opções para levar as compras.</p>
<p><strong>ÓLEO</strong>: Há ONGs como a Disk Óleo (2260.3326), que recolhe óleo em casa. No Wal-Mart, há coleta também.</p>
<p><strong>PILHAS</strong>: Em alguns supermercados, bancos e farmácias, há estações de reciclagem de pilhas e baterias. Em lojas do Pão de Açúcar e operadoras é possível descartar celulares. Dê preferência a pilhas recarregáveis. Há ONGs que recolhem lixos eletrônicos</p>
<p><strong>NOTA FISCAL</strong>: Sempre. Mas há serviços que permitem notas eletrônicas, o que descarta a necessidade de imprimir uma via. Considere não imprimir a via do cartão de crédito, já que o gasto aparece no extrato.</p>
<p><strong>REMÉDIOS</strong>: Algumas farmácias recolhem medicamentos para descarte apropriado. Não jogue remédios no ralo ou no vaso.</p>
<p><strong>COPO</strong>: Carregue seu copo ou sua caneca para academia, escola ou trabalho. Isso vai evitar o uso do copo descartável.</p>
<p><strong>BRINQUEDOS</strong>: Os de madeira (recursos renováveis) são os recomendados.</p>
<p><strong>DE SEGUNDA MÃO</strong>: De roupas a eletrônicos, considere comprar produtos usados. E, antes de jogar fora um objeto, verifique se não é possível dar novo uso ao item.</p>
<p>Fonte: Jornal O Globo (01/04/2012)</p>
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		<title>Consumo Consciente: mudando pelo bem do planeta</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 18:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pequena parcela de consumidores adere à causa verde e altera suas rotinas em prol da sustentabilidade RIO — Pequenas mudanças, grandes transformações. Esse é o lema de muitos consumidores que, diante de um planeta com recursos naturais cada vez mais escassos, aderiram à causa verde. Assim, para muitos, o preço já não é a maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pequena parcela de consumidores adere à causa verde e altera suas rotinas em prol da sustentabilidade</strong></p>
<p>RIO — Pequenas mudanças, grandes transformações. Esse é o lema de muitos consumidores que, diante de um planeta com recursos naturais cada vez mais escassos, aderiram à causa verde. Assim, para muitos, o preço já não é a maior das prioridades na hora de ir às compras. Tanto que mudam suas rotinas, buscam marcas que adotem práticas mais sustentáveis, diminuem o desperdício e até ficam atentos a insumos usados pelas indústrias. Esses brasileiros são uma minoria: segundo pesquisa do Instituto Akatu Responsabilidade Social, é preciso dobrar o número de consumidores conscientes, dos atuais 5% da população brasileira, para 10% até 2014.</p>
<p>— As mudanças de hoje são pequenas, mas importantes. Alguns consumidores já levam as suas sacolas para as compras, as lâmpadas econômicas já fazem parte dos lares brasileiros, algumas pessoas já separam o lixo orgânico do reaproveitável. Ainda é pouco, precisamos de mais. A partir do momento em que tivermos gerações formadas com essa cultura, teremos uma sociedade mais consciente. Até lá, continuaremos vivendo num mundo que usa, e adora usar, descartáveis em excesso e que não entende que os recursos naturais podem não ser para sempre — analisou Marcio Rolla, especialista em comportamento do consumidor da ESPM-RJ.</p>
<p>Uma mudança que, certamente, precisa passar pelas mulheres — já que mais da metade das decisões de consumo no Brasil é tomada por elas. Mulheres como a arquiteta Leila Bittencourt, que incorporou novos hábitos de consumo em casa. Leila praticamente aboliu as sacolas plásticas, recicla o lixo em casa, compra orgânicos, passou a andar mais a pé ou de bicicleta, reduziu o consumo impulsivo e, o principal, conseguiu influenciar várias pessoas a mudarem seus hábitos.</p>
<p>— Acredito muito nessas pequenas ações para mudar o mundo. Se todos fizessem o mínimo, não teríamos esses problemas ambientais. Para mim, cuidar do meio ambiente já é um vício.</p>
<p>Fonte: O Globo &#8211; 30/03/2012</p>
<p>Disponível em <a href="http://oglobo.globo.com/economia/mudando-pelo-bem-do-planeta-4463175">http://oglobo.globo.com/economia/mudando-pelo-bem-do-planeta-4463175</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Sustentabile disponibiliza download do logotipo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 22:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[institucional]]></category>

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		<description><![CDATA[O logotipo da Sustentabile está disponível para download. Para pegar o seu, basta utilizar o link abaixo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O logotipo da Sustentabile está disponível para download.</p>
<p>Para pegar o seu, basta utilizar o link abaixo:</p>
<a class="downloadlink" href="http://sustentabile.com.br/downloads/1" title=" download feito 1  vezes" >Logotipo Sustentabile (1)</a>
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		<title>Movimento Rio Carioca promove ciclo de palestras para a terceira idade</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 02:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Movimento Rio Carioca convida os grupos da terceira idade para o Ciclo de Palestras que será realizado ao longo de quatro encontros, cujo tema central é: “Otimização do Tempo e Motivação: Caminhos para o Bem Estar” Apresentação: O Tempo é composto por passado, presente e futuro, natural e inerente à nossa vontade. Porém, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Movimento Rio Carioca convida os grupos da terceira idade para o Ciclo de Palestras que será realizado ao longo de quatro encontros, cujo tema central é: </strong><strong>“Otimização do Tempo e Motivação: </strong><strong>Caminhos para o Bem Estar”</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Apresentação:</strong><strong> </strong></p>
<p>O Tempo é composto por passado, presente e futuro, natural e inerente à nossa vontade. Porém, a motivação é que determina o aproveitamento do tempo, ou seja, ainda que o tempo seja natural e imutável, na consciência perceptiva de cada um, ele é único e mutável de acordo com a motivação: aquilo que desejamos ser, ter ou fazer no tempo futuro. Ou seja, foco (objetivos e metas). No entanto, raramente nossos objetivos estão claros em nossa consciência, e, na maioria das vezes eles são confundidos com expectativas que não foram atendidas.</p>
<p>Como descobrir quais os reais objetivos? O que focar? Não existe algo definitivo e único que atenda todas as nossas expectativas para sempre. Assumir que pensamos de diferentes maneiras em cada momento de nossa vida ajuda a esclarecer conscientemente o que realmente desejamos.</p>
<p>O próximo passo é planejar assertivamente alinhado à nossa identidade, crenças e valores. Elaborar metas para cada área da nossa vida nos proporcionará qualidade e bem estar emocional, psicológico e físico, uma vez que, nossas necessidades serão tratadas separadamente, de acordo com suas prioridades. Isso nos torna conhecedores de nós mesmos e aptos para viver com plenitude.</p>
<p><strong>Objetivo:</strong></p>
<p>Possibilitar o autoconhecimento e a interatividade entre os participantes tendo como base a otimização do tempo a favor da qualidade de vida e longevidade.</p>
<p><span style="font-size: 26px; font-weight: bold;">Metodologia:</span></p>
<p>Palestras expositivas, com espaço para discussões interativas e troca de vivências acerca dos assuntos abordados.</p>
<p><strong>Público alvo:</strong></p>
<p>Os encontros serão direcionados exclusivamente para pessoas com idade mínima de 50 anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conteúdo Programático:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Os encontros serão administrados em quatro módulos complementares:</p>
<ul>
<li><strong>Módulo I: A Evolução do Tempo e a percepção do que guardamos na memória</strong></li>
</ul>
<p>- A evolução do Tempo do século XXI</p>
<p>- Definições e discussões acerca do Tempo</p>
<p>- A identificação do estado atual e o alcance do estado desejado</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Módulo II: O valor da motivação na utilização do Tempo</strong></li>
</ul>
<p>- A hierarquia das necessidades humanas</p>
<p>- A potencialização das qualidades humanas com base na Programação Neurolinguística (PNL)</p>
<p>- Cultivando a Assertividade</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Módulo III: O aproveitamento do Tempo com foco na qualidade de vida</strong></li>
</ul>
<p>- Gerindo mudanças</p>
<p>- O Poder da Superação</p>
<p>- A importância da comunicação no alcance dos resultados</p>
<p>- Formulando metas e objetivos</p>
<p><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong>Módulo IV: Caminhos para o Bem Estar</strong></li>
</ul>
<p>-  Formulando metas e objetivos</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Facilitadora:</strong></p>
<p>A Palestra “<strong>Otimização do Tempo e Motivação: Caminhos para o Bem Estar</strong>” será ministrada pela facilitadora:</p>
<p><strong>Eleonora Figueiredo</strong></p>
<p>Psicopedagoga, Coach, Especialista em Gestão da Responsabilidade Social Corporativa e Terceiro Setor (UFF/LATEC), Mestrado em Educação (FGV). Profissional com ampla experiência em responsabilidade social aplicada ao Terceiro Setor incluindo participação no desenvolvimento de projetos envolvendo parceria e cooperação de organizações nacionais e multilaterais. Consultoria, palestras e docência em responsabilidade social, ferramentas de qualidade, gestão de pessoas, projetos de pesquisa. Autora e coautora de artigos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações gerais:</strong></p>
<p><strong>Carga horária: </strong>12 horas.</p>
<p><strong>Data das Palestras:</strong> 22 e 29/11, 06 e 13/12/2011 (terças-feiras).</p>
<p><strong>Horário:</strong> 14h às 17h.</p>
<p><strong>Local de Realização:</strong> Avenida Rio Branco, 257 – Sala 611 – Cinelândia &#8211; Centro (esquina com a Rua Santa Luzia em frente à saída do metrô) – Rio de Janeiro.</p>
<h5><strong> </strong></h5>
<h5><strong>Investimento:</strong></h5>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Valor de R$ 35,00 (Trinta e cinco reais) por encontro. Total de 04 encontros.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h5><strong>Inscrições:</strong></h5>
<p>Ligue para o telefone <strong>(21) 3285-0184 e (21) 2220-9133 </strong>(de segunda a sexta, das 11:00 às 17:00), ou envie um e-mail para: <a href="mailto:movimentoriocarioca@yahoo.com.br">movimentoriocarioca@yahoo.com.br</a> informando: nome, endereço, telefone de contato, e-mail, entidade onde atua ou seu endereço,   e como tomou conhecimento da palestra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>- V A G A S  L I M I T A D A S -</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Últimos dias de inscrições com desconto para o III ENFEPro</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 02:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comitê Organizador do III ENFEPro informa que as inscrições com valor promocional podem ser feitas até a próxima segunda-feira, o dia 31/10/2011. Para se inscrever: 1. Acesse o site: http://www.enfepro.org/inscricoesIVento.php e faça sua pré-matrícula. 2. Feita a pré-matrícula, acesse a área restrita do evento para imprimir o boletohttp://www.enfepro.org/ivento2/adm/index.php 3. Após o pagamento do boleto (R$46,50, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Organizador do III ENFEPro informa que as inscrições com valor promocional podem ser feitas até a próxima segunda-feira, o dia 31/10/2011.</p>
<p>Para se inscrever:</p>
<p>1.	Acesse o site: <a rel="nofollow nofollow" href="http://www.enfepro.org/inscricoesIVento.php" target="_blank">http://www.enfepro.org/inscricoesIVento.php</a> e faça sua pré-matrícula.<br />
2.	Feita a pré-matrícula, acesse a área restrita do evento para imprimir o boleto<a rel="nofollow nofollow" href="http://www.enfepro.org/ivento2/adm/index.php" target="_blank">http://www.enfepro.org/ivento2/adm/index.php</a><br />
3.	Após o pagamento do boleto (R$46,50, até o dia 31/10), encaminhar o comprovante (scaneado ou PDF do web banking) para financeiro@cefetjrconsultoria.com.br, com o nome do participante.</p>
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